31/08/2021 às 13h47min - Atualizada em 31/08/2021 às 14h00min

AL fecha segundo trimestre do ano com uma das maiores taxas de desocupação do país, diz IBGE

Desempenho do estado só não é pior que o dos estados de Pernambuco, Bahia e Sergipe.

G1
https://g1.globo.com/al/alagoas/noticia/2021/08/31/al-fecha-segundo-trimestre-do-ano-com-uma-das-maiores-taxas-de-desocupacao-do-pais-diz-ibge.ghtml

Desempenho do estado só não é pior que o dos estados de Pernambuco, Bahia e Sergipe. Alagoas fecha abril, maio e junho de 2021 com taxa alta de desocupação, segundo o IBGE
Divulgação
Alagoas fechou o segundo trimestre de 2021 com uma das maiores taxas de desocupação do país. 18,8% da população do estado com 14 anos ou mais estavam sem trabalho no período. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) revela que apenas os estados de Pernambuco (21,6%), Bahia (19,7%) e Sergipe (19,1%) tiveram desempenho pior que o de Alagoas, que ficou com a 4ª maior taxa de desocupação.
A variação não foi significativa em relação ao primeiro trimestre, mas, quando observados os números absolutos, o estado passou de 254 mil desocupados em janeiro, fevereiro e março para 246 mil em abril, maio e junho.
Quando observada a taxa do segundo trimestre em 2020, contudo, houve um aumento de aproximadamente 25% no desemprego.
O levantamento mostra também o valor do rendimento médio da população, que em Alagoas foi de R$ 1.652 no segundo trimestre. Não houve variação significativa no comparativo com o segundo trimestre de 2020 ou com o primeiro trimestre de 2021.
Mais pessoas trabalhando com ou sem carteira assinada
Em relação ao setor privado, a pesquisa mostra que houve aumento no número de trabalhadores com carteira assinada e sem carteira assinada no primeiro trimestre de 2021.
Entre os contratados em vagas formais, o aumentou foi de 30 mil pessoas (12,6%) em relação ao mesmo período do ano anterior. Quando comparado com o primeiro trimestre de 2021, a variação foi de -1,4%, configurando estabilidade.
Já o aumento das pessoas trabalhando em vagas informais, sem carteira assinada, foi de 27 mil pessoas (21,8%) em relação ao mesmo período do ano anterior, mas também sem variação significativa na comparação com o primeiro anterior.
Desemprego recua no Brasil
Desemprego tem leve queda e fica em 14,1% no 2º trimestre
A taxa de desemprego no Brasil ficou em 14,1% no 2º trimestre de 2021, mas ainda atinge 14,4 milhões de brasileiros.
O resultado representa uma redução de 0,6 ponto percentual em relação à taxa de desemprego do 1º trimestre (14,7%) e a menor taxa de desemprego no ano, com o mercado de trabalho tentando buscar uma recuperação da crise provocada pela Covid-19.
No levantamento anterior, referente ao trimestre encerrado em maio, a taxa de desemprego ficou em 14,6%, atingindo 14,8 milhões de pessoas.
"Esse recuo na taxa foi influenciado pelo aumento no número de pessoas ocupadas (87,8 milhões), que avançou 2,5%, com mais 2,1 milhões no período", destacou o IBGE.
Com o aumento, o nível de ocupação subiu 1,2 ponto percentual, para 49,6%, mas isso ainda indica que menos da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país. No trimestre terminado em dezembro de 2019, eram 94,5 milhões de ocupados no país – 6,7 milhões a mais que o contingente atual.
Embora o número de desempregados tenha caído em cerca de 400 mil entre o primeiro e o segundo trimestre deste ano, na comparação com junho do de 2020 ele aumentou em 1,6 milhão de pessoas – um crescimento de 12,9% em um ano.
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Fonte: https://g1.globo.com/al/alagoas/noticia/2021/08/31/al-fecha-segundo-trimestre-do-ano-com-uma-das-maiores-taxas-de-desocupacao-do-pais-diz-ibge.ghtml
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