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07/10/2021 às 09h08min - Atualizada em 07/10/2021 às 09h08min

DEM e PSL juntos: nasce um partido gigante de direita. Mix de notícias políticas

Meio
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Está agora nas mãos do TSE a criação do maior partido político no Congresso Nacional. O DEM e o PSL aprovaram ontem sua fusão e a criação do União Brasil, que deverá ter o número 44. Além de uma superbancada com 82 deputados — 29 a mais que os 53 do PT, segunda força na Câmara — e oito senadores, a nova legenda deve ter um peso imenso nas eleições estaduais, com pelo menos 12 nomes disputando governos como cabeças de chapa. A estimativa dos dirigentes da legenda é de que o TSE homologue a fusão até fevereiro, antes da janela de troca de desfiliações em março. (Globo)

A criação do novo partido começou com uma derrota para Jair Bolsonaro. O ministro do Trabalho e da Previdência, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), queria que os filiados do novo partido fossem liberados para apoiar o presidente, mas teve o pedido negado. O União Brasil, dizem seus líderes, deve ter candidato próprio no ano que vem. (Metrópoles)

Confira como fica a relação de forças no Congresso com a criação da nova legenda. (CNN Brasil)

Lauro Jardim: “O armistício entre Rodrigo Maia e ACM Neto começou a ser selado ontem, num café da manhã articulado por Luiz Henrique Mandetta. Os dois eram inimigos figadais desde o início do ano, quando romperam relações de forma ruidosa. Isso significa que Maia se filiará ao União do Brasil? Ainda é cedo para dizer, mas o caminho está aberto.” (Globo)


A mudança de postura de Bolsonaro, apresentada pelo governo como um sinal de paz ao STF, foi motivada, segundo informações de bastidores, pela perspectiva de derrota no Plenário. Além disso, ao evitar o julgamento do tema, Bolsonaro impediu que se criasse uma jurisprudência sobre depoimentos de presidentes. (Globo)O presidente Jair Bolsonaro avisou ontem ao Supremo Tribunal Federal (STF), via Advocacia-Geral da União, que pretende depor presencialmente no inquérito que apura supostas interferências políticas dele na Polícia Federal para proteger parentes e aliados. Estava marcada para ontem a sessão na qual o Supremo decidiria como seria o depoimento, já que Bolsonaro insistia em depor por escrito. A denúncia de ingerência política na PF partiu do ex-ministro Sérgio Moro. (g1)


O Plenário da Câmara aprovou ontem, por 310 votos a 142 a convocação do ministro da Economia, Paulo Guedes, para dar explicações sobre sua empresa no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas e possíveis conflitos de interesse com o ministério. A revelação de que Guedes e o presidente do BC, Roberto Campos Neto, têm empresas offshore surgiu nos Pandora Papers, um levantamento feito por jornalistas de todo o mundo. O Executivo queria transformar a convocação, obrigatória, em convite, mas Guedes não conta com grande apoio na Câmara. No Twitter, a deputada ex-bolsonarista Joice Hasselmann (PSL-SP) resumiu a situação: “Guedes vai virar papinha do Centrão.” (Poder360)

O jantar do ex-presidente Lula na casa do ex-senador Eunício de Oliveira (CE) era para ser com a cúpula do MDB. Mas José Sarney, Jáder Barbalho, Renan Calheiros e o governador do DF, Ibaneis Rocha, deram diferentes desculpas e não apareceram. Dos tradicionais caciques, o único presente foi Edson Lobão, acompanhado do filho, além de nomes em ascensão na legenda, herdeiros de dinastias emedebistas, como Walter Alves, filho de Garibaldi Alves. O tema era um eventual apoio do partido à candidatura do petista. Do lado de fora, um pequeno grupo protestava por Lula se encontrar com aqueles que “deram o golpe” em Dilma. (Metrópoles)

E a comissão aprovou um requerimento dando 48 horas para que o ministro da Economia, Paulo Guedes, responda a 21 perguntas sobre temas como auxílio emergencial, imunidade de rebanho e orçamento para combate à pandemia em 2022. Em depoimento à CPI, a advogada Bruna Morato, que representa 12 médicos e ex-médicos da Prevent Senior disse que havia um interesse do Ministério da Economia em estudos favoráveis a remédios como a cloroquina para evitar a decretação de lockdowns. (UOL)A depor ontem na CPI da Pandemia, o diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Paulo Rebello, disse que ficou sabendo pela própria comissão das denúncias contra a operadora de saúde Prevent Senior. A empresa é acusada de usar tratamentos ineficazes, o “kit covid”, sem conhecimento ou autorização dos pacientes e de mascarar o número de mortes pela doença. Rebello foi desmentido in loco pelo vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Segundo o parlamentar, a ANS recebeu as denúncias contra a operadora ainda no ano passado, conforme mensagens encaminhadas pelos médicos que expuseram a situação na Prevent Senior. Rebello disse aos senadores que vai ser instaurada uma “direção técnica” na empresa que não terá poder de gestão. (g1)

Enquanto isso... O relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), incluiu o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Mauro Luiz de Brito Ribeiro, na lista de investigados da CPI. Segundo ele, a inclusão se deve ao “apoio ao negacionismo” e ao “suporte à prescrição de remédios ineficazes”. (Extra)


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